Mitos sobre alimentação

Mitos sobre alimentação

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1) Comida japonesa não engorda: Mito
Como qualquer comida, a japonesa pode engordar se for consumida em excesso. Pode-se saboreá-la até mesmo todos os dias, desde que fique atento às quantidades e à forma de preparo dos alimentos (fuja das frituras).

O sashimi (150g) de salmão traz 316,5 calorias, enquanto o de atum, 219. Cada oito unidades de sushi acrescentam 240 calorias à refeição. O shoyu não tem valor calórico alarmante (1 colher de sopa proporciona 9 calorias), mas isso não significa que deve se empolgar e pecar pelo excesso, até porque apresenta alto índice de sódio.

A culinária japonesa é bastante saudável por fornecer proteínas e ômega 3. É rica também em produtos feitos a partir da soja, que reduzem os níveis de colesterol ruim (LDL) no sangue, evitando a formação de placas de gordura nas artérias. No entanto, é deficiente em ferro, já que o cardápio não conta com carne vermelha.


Os antioxidantes, que ajudam no combate ao envelhecimento, estão presentes em alimentos amplamente utilizados nas iguarias orientais, como no gengibre (que facilita a digestão), nos cogumelos (cujo ácido glutâmico auxilia o sistema imunológico) e no chá-verde (fonte de vitamina K, necessária à coagulação normal do sangue).

2) Beber líquido durante a refeição aumenta a barriga: Mito
Esse mito provavelmente surgiu pelo fato de que, quando se ingere alguma bebida, acontece uma dilatação momentânea do estômago. Além disso, o líquido pode comprometer a acidez gástrica necessária a uma boa digestão e absorção de nutrientes, o que leva à possibilidade de fermentação de carboidratos, processo que causa aumento na formação de gases e dá a sensação de distensão abdominal.

Para evitar problemas digestivos, não exagere na quantidade e prefira um copo pequeno de água ou de suco de frutas cítricas, que são fontes de vitamina C e ajudam na absorção do ferro presente em leguminosas e verduras escuras. Deixe de lado os líquidos gaseificados, como refrigerantes, e os sucos artificiais, porque não contêm nutrientes importantes e ainda são ricos em açúcar.

3) Deixar de comer emagrece: Mito
Quem deixa de comer com o intuito de diminuir o peso está para lá de equivocado. Pode até achar que perdeu alguns quilinhos indesejáveis com esse sacrifício, mas longos períodos sem se alimentar levam à redução do funcionamento do metabolismo e a consequência é que o corpo não queima as calorias devidamente. Portanto, o efeito é o inverso do esperado.

As pessoas que limitam drasticamente as refeições ou até mesmo acabam com elas ainda sofrem com fraqueza, cansaço, desconforto gástrico e carência de alguns nutrientes importantes ao organismo. Se quiser ficar de bem com a balança, nada melhor do que apostar em uma dieta equilibrada e exercícios físicos. Vamos lá, afaste a fadiga e mexa-se!

4) Beber água gelada em jejum emagrece: Mito
Não há comprovação de que consumir água gelada em jejum emagrece, uma vez que a água em si não tem o poder de queimar calorias e nem de reduzir medidas. O líquido, no entanto, pode contribuir com o emagrecimento de outras formas.

Ingeri-lo e realizar pequenas refeições entre as principais ajuda a se sentir mais saciado no almoço ou jantar. “Nosso estômago tem a capacidade limitada de dilatar até dois litros. Com a ingestão de líquidos ao longo do dia, é relativamente preenchido, diminuindo a necessidade de ingestão de alimentos.” Além disso, água e alimentos ricos em fibras aumentam a formação do bolo fecal, o que contribui para o bom funcionamento do intestino.

5) Alimentos diet são menos calóricos que os convencionais: Mito
Produtos diet são aqueles que restringem completamente algum tipo de nutriente, como açúcar, proteínas, gordura e sódio. O chocolate dietético, por exemplo, não tem açúcar, mas é mais calórico que o tradicional devido à maior adição de gordura. “Com a retirada de algum nutriente, o alimento pode até apresentar uma diminuição nas calorias, mas isso não quer dizer que seja menos calórico do que o convencional. Deve-se verificar se essa redução é significativa e justifica a substituição do alimento convencional pelo diet.”

6) Comer antes de deitar engorda: Mito
O metabolismo realmente fica mais lento à noite, mas isso não significa que comer nesse período vai levar a um aumento de peso. Basta tomar alguns cuidados para afastar o risco. A refeição noturna, realizada após o jantar (cerca de três horas depois), deve ser mais leve e em pouca quantidade. Esqueça salgadinhos, frituras, refrigerantes. A sugestão da nutricionista Alessandra Paula Nunes é consumir uma das seguintes opções: fruta, leite desnatado batido com fruta, iogurte desnatado natural ou de frutas, aveia com alguma fruta e mel, suco de fruta.

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Administrando o blog oskaras.com desde 28/06/2003 a bagagem é de mais de 14 anos, instrutor de informática, webdesign, seo e marketeiro, o que mais nos espera para 2018 ?

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